Correr em jejum afeta desempenho e gera troca de músculo por energia

Foto Ilustrativa

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O treinamento regular ajuda o corredor a perder peso, ficar em forma e a se preparar para as competições. É importante dar tempo para o corpo se adaptar às demandas da corrida e evitar o imediatismo. Confira duas dúvidas frequentes dos corredores:

• Correr em jejum?
Independente do quanto tenha comido na noite anterior, quando você acordar na manhã seguinte, seus estoques de energia terão diminuído. E se você resolve sair para correr sem ter se alimentado, não é só o seu desempenho que vai sofrer. Na falta de carboidrato, principal nutriente para os corredores de rua, o corpo vai procurar a próxima fonte de energia, que é a sua proteína muscular. Ou seja, você troca músculo por energia; não é uma boa ideia para o corredor.

Além do mais, as pesquisas sérias indicam claramente que as refeições ou lanchinhos pré-corrida aumentam os níveis de energia e melhoram a performance. Alguns argumentam que simplesmente não conseguem correr depois de comer, nem que seja algo leve. Outros correm pela manhã e não querem acordar ainda mais cedo para dar tempo de digerir os alimentos. Mas você não precisa de um banquete para obter energia: uma torrada, um pedaço de fruta ou um pote de iogurte já ajudarão a treinar com mais força e melhor desempenho.

• O peso aumentou?
Nem todo peso a mais é ruim. Na verdade, existem explicações para o seu aumento de peso que poderão ajudar no dia da prova. Meses de treino podem reduzir a gordura corporal e aumentar a massa muscular. Os músculos são mais densos que a gordura, o que explica por que o número da balança pode ter aumentado, ainda que você tenha perdido alguns centímetros ao redor da cintura e ganhado força.

Por Gustavo Luz
Fonte: Eu Atleta

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